sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Glorias

Ah pobre homem quase morto
Seu oponente urra em gloria
E teu sangue rega as ervas do campo
Mas ele é misericordioso
E coloca tua espada em sua mão
Teu convite para o seu eterno paraíso
Há pobre coração que para em meu gélido beijo
Agora caminha em direção a lutas, mulheres e bebidas
Uma eterna taberna onde há inimigos e amigos
Que lutam e bebem e fornicam com jovens garotas
Sua alma atravessa a porta dessa taberna com espada na mão
Enquanto aquele que o mandou pra é vitorioso
E despe o corpo morto de suas riquezas
A gloria de quem vence
A gloria de quem morre com a espada na mão.