segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

O guerreiro e a batalha

E então eles vieram novamente
Em um tropel de cavalos negros
Com lanças e espadas.
E novamente ele estava lá
Sobre o campo de batalha
Banhado em sangue e suor
Ofegante olha para a nuvem negra que se aproximava
Negros soldados sedentos pela morte
Ele firma a espada em seu punho.
Beija seu amuleto, dado por aquela que deseja sua morte
Sente a morte a fungar em seu pescoço
Seus pelos a arrepiarem
Sua dor a sumir
E a loucura a consumir seu corpo, seus movimento
Então uma nuvem de fogo demoníaco se levantou
Uma nuvem de fogo e almas daqueles que já pereceram em sua lamina.