quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Uma Batalha

Deixe-nos sobre o véu da noite
Nos passo afundaram no solo úmido
Nosso sangue será o orvalho da manha
Não temo tua foice anjo infeliz
Assista enquanto minha lamina devora a carne de meu oponente
A tua lamina mais perto de mim a cada golpe dele
Mas a cada giro de meu punho tua lamina se vira a persegui-lo
O sorriso sádico nos olhos deles e sua sede de sangue
Um reflexo de mim mesmo.
Sangue jorrado, carne cortada.
Urros de batalha, a dor não existe
E sim a gloria de espalhar o sangue adversário
E sentir o vento de sua gélida foice a dançar entre nosso golpes
Até seu final beijo, quanto ele da o ultimo suspiro.
E eu urro vitorioso.