terça-feira, 19 de janeiro de 2010

A caçada

Tuas patas fazem o chão treme
Tua silhueta tampa o sol
Mas ele fica ali parado, sentado sobre a rocha
Seu fogo consome tudo ao redor
Mas ele fica ai imóvel entre as chamas
Só a olhar para você a encará-lo
Será que ele pensa que é capaz de dominá-lo
Seu olha não vacila em confrontá-lo
Então ele se levanta dragão
E você sente que o Carlo não é do fogo que você cuspiu.
O calor é do encarar do caçador ali sentado
Quem o rugido não era o seu
O rugido era a espada dele clamando por seu sangue.
E então finalmente percebeu quando ele deu o primeiro passo
Não era ele que era a presa dessa caçada.
E sim você dragão.