quarta-feira, 21 de abril de 2010

O Fim

Uma estranha calma me toca
Uma chama consome minha carne
O sangue borbulhando nas veias
Mas o coração ainda bate calmo
A respiração não muda
A alma tranquila
Uma inda ao inferno em paz
A morte e a loucura
Como uma doce poesia
O sonho morto
A força inexistente
O adeus inveitavel
O fim destinado
E lá meu corpo é consumido
Pela chama da loucura e desespero
E o coração sente a dor em paz
a alma morre loucaente tranquila
e o fim chega
definitivamente