quarta-feira, 7 de abril de 2010

Eu vivo

E ai noite era prata
e o dia era marfim
Meus olhos vazius
e minha mente caotica

Seus espinhas em minha carne
seu aroma em minha lembraça
Sua imagem desenhada na minha carne
E tua faca em minhas costas

Nos meus sonhos planices
Em minha vida pantanos
Morte e traição
Mas sonhos e desejo

E calmamente continuo