sábado, 17 de abril de 2010

Tempo

O tempo passou
A chuva e o orvalho passaram
O vento e a grama
As folharas cairam e os galhos secaram
Ainda sentado sob a sombra da arvore
Agora não mais espessa
Agora apenas sombra de galhos secos
Mas o vento ainda sopra
Mas o sangue ainda esta manchando a terra do morro
Não há mais corpos
Não há feridas abertas
O sangue seco já se foi
O cheiro da batalha tambem
Mas ainda há a mancha onde meu sangue pingou
Onde a espada atravessou minha carner
A mancha ainda esta lá.
E eu ainda estou lá sob a arvore.