quinta-feira, 15 de julho de 2010

Um separar

Meus ossos rangem no gélido
Espaço vazio a meu consumir
Densa escuridão a me envolver
Em todas as trevas só um brilho me guia

Teu olhar, brilho gélido de fervente sangue
Em tuas mãos, firme pulso de delicado toque
Em teus passo, singelo caminha de estremecerdora presença
Em seus lábios, preciosas palavras de cruel abandono

A noite fria, Teu lábio quente, um adeus
Quente carne em frio concreto e um te amo