quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Em meu Solo


A cada segundo que passa a chama perde a força
A cada centímetro de sua espada em meu peito o sangue brota
A cada toque de suas pele contra a minha alma se liberta
Mas um sonho pode ruir as construções de uma era

A cada corpo atravessado pela minha lamina um triunfo
A cada colheita farta em meus campos uma satisfação
A cada noite a te cobrir com meus braços uma felicidade sem igual
Mas um sentimento pode ruir as construções de uma era

Construa tua vida sobre o sangue que derramei
Construa tua vida sobre o campo que semeei
Por que adubei meus campos com os corpos de meus inimigos
Por que levantei minha casa com as laminas vitoriosas dos meu aliados

Sobre mim sombra e morte existem
E sob meus pés o chão será sempre fértil
Pois ele será o retrato de meus inimigos e de minhas vitorias