sábado, 19 de novembro de 2011

Assim sempre

Cara aro de ferro em seus braços
Cada batalha vencida agora pesava
Suas mãos largar no cabo da espada
A lamina a reluzir fora da bainha

O aço negro de suas espada
O sangue derramado sobre o aço
A carne dilacerado pelas garras
A face queimada pelo fogo

Das entranhas ele emergio
Banhado em sangue e ofegante
Na mão o coração da besta
Ele o devora faminto

Ele devolrou o coração da besta
Porem a besta o devorou primeiro
Um morto, outro a devorar
Porem não mais vivo que o primeiro

Resta apenas o corpo vazio
e a carne ensanguentada
carne, coração e morte, assim sempre