sexta-feira, 22 de abril de 2011

O dever de destruir

Ele jaz no interior das chamas
Teu cheiro exala sangue e dor
Tua sombra é onde a morte habita
E agora ele para
Só há deserto e pedra a tua frente
Não há mais vida de qualquer tipo
Só areia e pedra
Coisas que se vão com o vento
Coisas que não se pode esperar nada delas
Mas o seu caminho deve ser reto
Dever ser forte em seu próprio orgulho
Enfrentar e destruir tudo que a pela sua frente
O que é necessário então para destruir o deserto
Ele destruiu a vida por onde passou
Mas e agora que não há mais vida
Como destruir um lugar desolado e vazio
Ele terá que tirar o sangue de duas mãos
E a morte de sua sombra abandonar
Pois para destruir o vazio
Só o poder de criar é capaz