quinta-feira, 10 de março de 2011

Nova Forma

Por sobre ossos podres
Por cima do sangue derramado
Cada nova lamina em sua carne cravada
Cada novo pesadelo desenhado ardilosamente
Em couro e escamas, garras e dentes
Em montanha de cadáveres e ouro repousa
De olhos fechados porem de asas armadas
Alastra densa sombra rubra
Sem mais carne ou rosto
Mero ser de ódio massivo
Em humana forma e sangrento desejo