segunda-feira, 21 de março de 2011

Insistente risada

Devastado é o peito aberto
Rarefeitas são suas asas abertas
Deformada é sua mente na noite
Corrompida é sua alma na solidão
A historia de seu tesouro vivo
A historia de um amor traiçoeiro
Delicia-se em entranhas e secos campos
Es demônio alado sem asas
Senhor do fogo de sangue gélido
Es aquele que possui oque não tem
Ele insistentemente olha para o céu
Risos de escarnio e desprezo
Rios de sangue de lamentação e sacrifício
Ele ainda arranha o peito aberto
E prova do sangue seco na ferida já antiga