quarta-feira, 16 de março de 2011

Falso Riso

Risonhas lagrimas
Vivido corpo fedido
Seus dedos são garras
Laminas sedentas e vis
Teu sorriso manchado em vermelho
Tua gloria não mais revestida em ouro
Não mais inflige o terro dos céus
És agora a praga viva pela terra
Rói as carnes podres e devora os espíritos fracos
Olha para o céu e ri sobre a chuva negra
Ri do ouro que some ao horizonte
Então a sombra paira deves sobre teu semblante
Lagrimas vermelhas e risos amarelos
O vazio em seu ser e o desejo do nada
Sobre rios de almas apáticas