segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Leve vingança

Eis a lamina q atravessa meu peito
Eis o sangue q escorre lentamente por seu fio
Olhos vazios e sem vida
Coração já sem vigor no pulsar
E sua alma a se despregar do corpo
Mas em sua mente não passam cenas de seu passado
Mas sim os ossos de quem lhe apanha-la sendo tirados desse
Um a um, ainda vivo, lentamente.
Enquanto a dor e a agonia tome conta de sua alma
Na imagem de um chão de sangue e osso
Assim parte com um sorriso irônico
Do troco que um pacto de sangue garantira
Uma vingança curtida na eternidade
Pois aquele e apunha-la agora
Desossado pela eternidade será
Dia após dias um chão em sangue e ossos
Uma amontoado de carne, dor e desespero.