sábado, 4 de setembro de 2010

Uma corrida

As marcas deixadas em meu peito
O vento que bate em meu rosto em quanto eu corro
O sangue quente arder nas marcas do passado
Um ardor dos bons tempos
Os pés descalços em chão pedregoso
As solas são grossas de terrenos mais doloridos
Apenas o prazer de uma corrida em novas paisagens
O suor são lagrimas, as lagrimas se tornam suor
A dor que foi e a que virá inevitáveis paisagem
Mas um prazer imensurável de continuar correndo
O vento batendo em mim me da asas
E o caminho me da sonhos
O destino não importa, apenas o prazer de correr