terça-feira, 22 de junho de 2010

O gosto

Entenda o gosto
O mental entrando em tua carne
O metal em carne alheira
O calor humano, o quente sangue
Espirra em tua face
Rubro rosto humano
Simples monstros de carnificina
Seus rios são vermelhos
As tardes turbulentas
E noites tensas
Mas a glorio é de próprio punho e sangue
O urro é sincero
E a lamina sincera