quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

A Espada

Sou como a espada, embainhada e triste
Como gostaria de sair e provar o sangue de inocentes e culpados
Provar o sangue de muitos e decidir qual o mais doce

Porem minha mente e meu coração são os do guerreiro
O do verdadeiro guerreiro, que procura a vitória sem o sangue
Sem o sangue e a culpa, sem o uso da força desnecerssaria

Ha demônio, aquiete-se em minha bainha. tuas asas não me servem
Tua lamina é a mais afiada admito, mas nada cortara se eu mergulhar em sua loucura
Vamos em silencio, que há lugar e hora para tudo, ate para seu peculiar apetite